sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

CORES

Rosa



O rosa é uma nuance do vermelho, uma cor feminina, que sugere a afetividade. O cor de rosa em geral é usado por pessoas mais emotivas e carinhosas.



O rosa tem o poder de energizar e harmonizar os órgãos reprodutores femininos, estimular os ovários e, também significa a fertilidade.



Vermelho



Essa cor tem o poder da atração e sedução sobre os homens, porque desperta a sexualidade, o erotismo. O vermelho em geral revela pessoas extrovertidas e que expressam seus sentimentos.



É indicado para os dias de indisposição e desmotivação, também para pessoas com problemas de circulação, anemia e doenças no fígado. Nos homens estimula a fertilidade e virilidade.



Azul



A cor azul simboliza as pessoas prestativas, intuitivas, sensíveis, centradas e harmoniosas. Dá sensação de tranqüilidade, suaviza as tensões diárias e ajudam a manter o controle da situação.



É recomendado usar a cor azul para eliminar dores de cabeça, de garganta, asma, infecções e febres.



Verde

O verde é a cor mais indicada para eliminar a insônia, acalmar a raiva e tensões do dia, usada para acabar com medos e manias. É uma cor neutra e revela uma pessoa com grande senso analítico e equilibrada.



Bom para tratamento de perda do apetite, diminui as dores de cabeça e dores dorsais.





Laranja



Atributos como tolerância, compreensão, organização, autoconfiança, liderança, sensação de bem estar, equilíbrio são sinais desta cor. Ela simboliza pessoas aventureiras, com coragem e também é capaz de elevar a auto-estima.



O laranja é ideal para problemas nos brônquios, resfriados crônicos, asma e ajuda na digestão.



Amarelo

É a cor da alegria, estimula a mente, a criatividade, a inteligência. Símbolo de dinamismo e habilidade de expressão.



O amarelo estimula o sistema nervoso, muito indicado para pessoas que sofrem de depressão ou são muito melancólicas.



Lilás



O lilás representa uma elevada vibração, divina. É uma cor que representa pessoas intuitivas, cautelosas. Favorece a criatividade, aumenta a concentração e a elevação espiritual. É sinal de paz e nobreza.



Cor indicada para quem sofre de indigestão, dores articulares, queda de cabelos, problemas renais, e melhora o sistema imunológico.



Preto



O preto é a cor que simboliza as pessoas mais inibidas, que costumam usar para não ficar em evidência, sinal de introspecção. Porém quando brilhante sugere nobreza e elegância.



Branco



Sinaliza ligação com energias superiores que falam à alma, como todas as nuances claras. Simboliza pessoas serenas, sutis, maleáveis, sinceras, espontâneas e agradáveis. É uma boa explicação para os profissionais da área da saúde usarem esta cor.



Dourado

Simboliza energias superiores, cura divina, riqueza mental e espiritual. É completa.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL !!!

Os animais do zoo de San Francisco, nos EUA, foram preparados para comemorar o Natal. Sylar, uma raposa-vermelha, é um dos animais que está usando chapéus de papai Noel  Foto: Caters News /Divulgação

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

sábado, 18 de dezembro de 2010

COMER OU DORMIR? kkk

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

el niño beatle

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Meu Lar

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

ONE MOMENT IN TIME

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

PAZ PELA PAZ-Pelo nosso maravilhoso Pernambucano Nando Cordel

COMECEMOS NÓS A CONSTRUIR A PAZ

Servir


Depois da iniciação, o mestre tocou a cabeça do discípulo e recitou um mantra relacionado à história dele e do mestre, um mantra de duas sílabas. Assim, no momento em que a gente pensasse em qualquer palavra, qualquer ação, ou estivesse sonhando acordado -que é a natureza dos pensamentos-, deveríamos substituir essas sensações por esse mantra, fazendo-o girar na cabeça no sentido anti-horário e aí toda tensão ia para esse ponto que saia da testa e voltava ao mesmo ponto, rodando sem parar até o momento em que a gente mergulhasse em uma vertigem, numa sensação de tontura que levava a um estado de vazio, quando a gente não sabe onde começa e termina o próprio corpo, onde a gente perde a noção do que está à nossa volta e, principalmente, a gente perde a noção do tempo.


Não sei quanto fiquei lá, nessa meditação de iniciação, provavelmente entre meia hora a uma hora; o corpo pela primeira vez em meditação ficou rígido a tal ponto que eu abri e fechei os olhos sem que tivesse tido nenhum tipo de descanso. Era exatamente a mesma postura de quando tinha começado. A respiração praticamente parou, o batimento cardíaco foi diminuindo, diminuindo até que eu já não o percebia mais. E aí com um leve toque na testa, senti o dedo do meu mestre sutilmente fazendo círculos em minha testa, em uma das poucas vezes que ele nos tocou e, neste exato momento, eu sai da meditação. Não me lembro mais de ter tocado nele, chegado perto dele, ou encostado em algum pertence dele, havia um respeito ímpar de todos nós em relação à figura daquele servo. E nesse dia, mais que nos outros dias, eu tinha me perdido, o ego tinha morrido e eu tinha me esquecido de mim mesmo, de uma idéia pessoal, de uma noção de mundo; não havia mais desejo, vontade, nem o anseio principal de servir, aquilo do monge franciscano do início dessa história de autoconhecimento.

Levantei daquele transe, caminhei de volta ao vestiário, ganhei um manto branco de algodão que veio acompanhado de um convite para poder frequentar esse ashram quando os discípulos se reuniam, aos sábados a partir das 15h até umas 21h e nos domingos de manhã bem cedo. Chegávamos lá antes do amanhecer, por volta das 4 da manhã e ficávamos lá até o meio-dia junto com ele, recitando mantras e meditando.


A semana passou como o vento e o primeiro contato com todos os outros discípulos foi como o de uma criança chegando à escola no primeiro dia. Naquele ashram, a gente não entrava em contato com nenhuma figura feminina porque o nosso dia era diferente do das mães, como nós chamávamos a forma de manifestação feminina... toda mulher era chamada de mãe, não importava se estivesse em um corpo de menina com 5 anos ou no corpo de uma anciã, olhávamos sempre apenas do joelho para baixo ou somente nos olhos. Preocupávamos-nos mais com o olhar e com os gestos do que com a própria forma; raríssimas vezes eu vi um monge prestando atenção à forma, ou olhando para alguma coisa que não fosse a ação que deveria ser feita no encontro de um com o outro ou do pedido de um para com o outro. Havia um respeito ímpar e até hoje tenho dificuldade em conviver com as pessoas do mundo por conta desse paraíso, que era como nós chamávamos esse lugar de encontro entre os discípulos.


Era uma disciplina que nos envolvia o tempo inteiro, uma prática sem mestre, sem pedido, só pela convivência, cada um percebia no outro o que tinha que fazer e simplesmente fazia, o chão se mantinha limpo, as paredes limpas e bem cuidadas, as flores bem cuidadas, o perfume dos ambientes era sempre sensível... sem exagero nos gestos, nas falas, em nada...


Nesse dia, toquei a campainha fui recebido, subi a escada e fiquei sentado sem olhar para as pessoas, simplesmente percebendo sorrisos gentis, um "shanti prem hare om", que era como os monges se cumprimentavam e que significa paz, amor, e uma saudação a uma forma de manifestação de Deus, que é o som de Deus, o verbo divino, que o ocidental chama de OM ou AUM, um som que em pouquíssimo tempo o yogi já ouve dentro dele, um som interno, um zumbido interno: é o pranava, tem sete variações distintas e nós éramos aconselhados a trabalhar essa leitura até o momento em que esse som saísse exatamente igual nos dois ouvidos e até hoje esse som nos acompanha quando fechamos os olhos, sinal de que se tudo está em harmonia.


E lá, de cabeça baixa esperando ser convidado para trabalhar. É fantástico entender que o convite para o trabalho -qualquer ação que o corpo venha a fazer-, na verdade, é um convite para a iluminação e mais fascinante ainda é entender que não importa se você vai cuidar do jardim, lavar o chão, se vai recepcionar as pessoas no primeiro dia -uma honra enorme-, ou simplesmente vai limpar o banheiro para essas pessoas, abrir a porta para essas pessoas. Qualquer situação era muito agradável.


Nesse dia, vendo e ouvindo todos esses monges passando, um deles, que se chamava Mokunda (o nome do Krishna adulto e também o nome do Paramahansa Yogananda, se não me falha a memória), um ser de uma gentileza enorme pelo qual tinha um enorme carinho, tocou no meu ombro, me pegou e falou para eu ir até um bonito tapete verde -até então eu era um simples aluno-, e me colocou sentado à sua direita. Nós nos sentávamos em círculo, em uma sala grande, com aquelas dimensões que nós já descrevemos, onde à nossa esquerda ficava o circulo das mães, e na frente o círculo dos pais.


À nossa direita ficava o mestre, Mahakrishna Swami, e lá na outra ponta ficava a Mãe Sutra, sempre gentil, mas definitivamente enérgica.


Esse foi o meu primeiro contato com ela, levantei meus olhos, olhei para ela e ela sorriu para mim; então, olhei para todos os outros discípulos, para as mães e elas olharam e deram um sorriso de criança, um sorriso de gentileza que dava para perceber um som escondido de "seja bem-vindo".


Fechei os olhos -eu era muito tímido e não queria de forma nenhuma incomodar ninguém com o meu olhar-, e abaixei um pouco a cabeça quando meu mestre apareceu; sempre que entrava na sala, qualquer tipo de ruído silenciava; era recebido sem nenhum gesto e sem movimentos.


Ao passar por mim tocou na minha testa, levantou minha cabeça para ficar numa postura mais ereta, sentou-se, sorriu e proferiu aquele tão familiar: "Shanti prem hare om", recitou o mantra Gayatre, uma saudação a Shiva, falou com todos os Mestres e começou a vida prática de um monge... entender a alma se diluindo, a manifestação do espírito, a nossa natureza eterna. É exatamente esta a morada de uma sensação ininterrupta que envolve o conhecimento do que é a vida na Terra, o que nós estamos fazendo aqui e para que serve todo esse trabalho, que na Índia é chamado de Samsara, roda da vida, mundo das ilusões...









Autenticidade - Tempero dos relacionamentos da Nova Era


"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta. O amor não é chegado em fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referências. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca". (Arnaldo Jabor)


As aparências estão relacionadas com as máscaras que criamos, e, tornam-se hábitos, e, se enraizam de um jeito em nós, que acreditamos "de verdade" que elas fazem parte de nossa identidade, pois são qualidades que gostaríamos de ter. Muitas vezes nos enganamos atribuindo a nossa pessoa valores que supostamente, achamos que temos.


As experiências que vivemos aqui nesse plano são assim, como as aparências... irreais. Um entendimento que parece confuso, se a nossa compreensão estiver limitada somente a matéria física, pois, esse é um plano de ilusões, nós o classificamos como realidade, porque parece muito concreto, até para quem acredita na vida do espírito.


Da mesma maneira que o olho físico vê todas as coisas, menos a si mesmo, a alma também não consegue se enxergar e acaba identificando-se com tudo que vê, distorcendo sua real identidade. Essa é uma das principais causas dos péssimos relacionamentos que a maioria dos seres humanos vive. Não vemos nossa casa estando nela... Essas distorções acontecem quando não somos Mestres de nós mesmos, nem de nossas atitudes. Por mais instruído, inteligente e espiritualizado que seja um indivíduo, se ele adotar uma atitude distorcida a seu próprio respeito, jogando as responsabilidades no outro, por algo que não deu certo em seus relacionamentos, não sairá da ilusão.


Em sânscrito existe um ditado que diz: "quando uma época ruim chega na vida de uma pessoa, sua mente muda de atitude", mas, quanto mais rígida, mais idade tiver, mais iludida for uma pessoa, esses hábitos estarão mais identificados com ela. Então, será preciso uma força de vontade enorme, aliada à humildade e autoconhecimento para que ela admita sua inadequação. Principalmente os mais conscientes e espiritualizados, ao se depararem com obstáculos, e, mesmo sofrendo, insistirem em continuar na rigidez orgulhosa, geram conseqüências desastrosas para suas vidas, porque as cobranças são maiores para aqueles que sabem.


Por que a maioria de nós tem uma imagem distorcida a respeito de si mesmo, tornando difícil sentir o amor está dentro de si? Por que não nos sentimos dignos de ser amados? O Dalai Lama diz: "Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas, satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro...


Nós nos sentimos errados, rejeitados e julgados, e, por isso, aceitamos as opiniões dos outros como se elas traduzissem a verdade a nosso respeito, e, moldamos nossa auto-imagem com base nisso. O verdadeiro eu fica encoberto pelas máscaras impostas e isso nos impede de acreditar profundamente em nós mesmos. Só paramos de brigar com os outros quando nos olhamos por trás das máscaras, e enxergamos nossa luz, e, a nossa sombra.


Se olharmos para dentro de nós com honestidade, de forma neutra, com um firme propósito de crescimento, ficaremos surpresos com o que iremos descobrir: somos os responsáveis pelo estado atual da nossa vida e de todos os nossos relacionamentos ou falta deles - não somos vítimas! A maioria das pessoas prefere acreditar que é no outro ou nas cirscunstâncias externas que moram seus problemas. Não temos mais tempo para continuar nos iludindo, pensando que temos qualidades que ainda estão longe de fazer parte de nós, ou achando que somos tão inadequados e culpados! Acordar... tomar atitude, significa conhecimento profundo da sombra e da luz, sem subterfúgios, sem imaturidade, sem pretensão, mas, também, sem culpas, sem mágoas, livres de tudo que vem de fora, assumindo o ser verdadeiro, ficando no caminho do meio, da Chama Branca da Ascensão, do 4º Raio, aquela que gera conflitos primeiro para depois trazer a luz do equilíbrio e da paz.


Estamos vivendo um momento único no Planeta, que não se vive mais que uma vez em uma encarnação, e precisamos aceitar a direção da Luz, para materializarmos nossas escolhas. Não podemos mais continuar enganando a nós mesmos e aos outros. A autenticidade é uma das virtudes imprescindíveis para reconhecermos quem somos de verdade.


Os problemas de relacionamento são provocados por sentimentos e pensamentos que se ocultam no nosso inconsciente, e reforçados pelo autoengano sobre nossa própria identidade, provocam conflitos na alma.

Que tipo de relacionamentos podemos ter enquanto continuarmos a ocultar nossos verdadeiros sentimentos, emoções e atitudes? Não é você o responsável pela escolha de seu parceiro e pela decisão de ficar do seu lado? As imagens distorcidas ficam gravadas no inconsciente e se não forem reconhecidas, fortalecerão nosso ego fazendo com que continuemos agindo de acordo com elas, e receberemos aquilo em que acreditamos, bem como, continuaremos na infantilidade de culpar o outro. Quem deseja fazer mudanças, encontrar a pessoa certa, precisa identificar a raiz do problema, em si mesmo, cortá-la, e, depois, fazer uma faxina dos hábitos adquiridos.


Ser autêntico dá menos trabalho.


Vera Godoy









quarta-feira, 10 de novembro de 2010

SOLIDÃO

"Quando estão sozinhos querem estar acompanhados, e quando estão acompanhados querem estar sozinhos. Isso faz parte de ser humano." (Gertrude Stein)
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"Toda mulher é muito solitária. O importante é encontrar um desvio na trilha da solidão para não entristecer na vida." (Lilia Cabral)

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"A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais." (Arthur Schopenhauer)










terça-feira, 9 de novembro de 2010

sábado, 30 de outubro de 2010


Frases

fofuxos





























Age no bem


Age no Bem


e entrega os resultados a Deus, que nos garantirá sempre o melhor.

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