terça-feira, 31 de agosto de 2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Carenteeeeeeeeeeeeeee...

CarenteeeeeeeeCarenteeeeeee
MAQUIAGEM PARA OLHOS PASSO A PASSO

domingo, 15 de agosto de 2010

sábado, 14 de agosto de 2010

TUDO QUE PRECISAMOS É AMOR

Não se faça de vítima

"Sou o patinho feio, ninguém cuida de mim". Esse patinho, porém, quase nunca é feio nem se encontra em estado de total abandono. Ele é só mais um doente de vitimismo - patologia psicológica caracterizada pela presença de um sentimento, ele sim, muito feio: a autopiedade.



O complexo de vítima - a mania de assumir, na vida, a postura de mártir sofredor - é uma das mais insidiosas e destrutivas patologias psicológicas. Os que caíram nas garras da autopiedade vão por aí, puxando a carroça dos seus sofrimentos quase sempre imaginários - mas não por isso menos reais - e provocando nos outros enfado e repulsa. Isso é muito triste, quando se sabe que tudo o que eles querem é exatamente o contrário: ganhar carinho e atenção.


O vitimismo é um poço de sentimentos negativos. Dele surge a tendência para culpar os outros (o pai, a mãe, os irmãos, a sociedade, a vida, o mundo, os maus fados, o destino) e fazer deles os responsáveis pelas nossas próprias mazelas. Dele surgem as couraças de autodefesa que não nos permitem relaxar e viver de modo saudável nossa relação com os outros e conosco mesmos. Dele vem a impressão sempre absurda e impossível de que não precisamos mudar. Os outros é que estão errados. Ele é a pior das cegueiras, pois destrói na pessoa a autocrítica, o discernimento e a capacidade de avaliação racional das situações.


Demônio de muitas faces, o vitimismo é mestre em matéria de distorção da realidade. Parente próximo da tristeza, quando ele possui uma pessoa, coloca diante de seus olhos um filtro cinza e opaco que a impede de apreciar - e se deleitar - com as cores do mundo.


O vitimismo é doença precoce. A análise transacional - uma técnica de psicoterapia - ensina que uma criança, já nos primeiros anos de vida, e a partir do seu contato cotidiano com os adultos, decide qual das seguintes posições existenciais ela assumirá na vida:


Eu não estou ok, os outros estão.


Eu estou ok, os outros não estão.


Não estou ok, os outros também não.


Estou ok, os outros também estão.


Uma vez escolhida a posição, quando a criança cresce, ela será dominante no seu caráter, enquanto as outras, embora podendo coexistir, terão menor peso. Destaca-se que a atitude universal na primeira infância é a da "eu não estou ok, os outros estão". Assim sendo, a pessoa poderá permanecer fixada nessa posição ou, segundo a educação recebida, passar a uma das outras três. Explicando melhor:


- "Eu não estou ok, os outros estão". Essa pessoa se sente inferior aos outros e tenderá à depressão. Ela ainda permanece na mesma posição da sua primeira infância.
- "Eu estou ok, os outros não". É a pessoa que culpa os outros pelas suas misérias. Essa posição costuma ser assumida pelas crianças maltratadas com brutalidade, que concluem: "Quando estou sozinho, estou muito bem. Não preciso de ninguém, deixem-me só". Esta posição é, em geral, baseada no ódio, mesmo quando ele está bem camuflado. Desse grupo fazem parte, com freqüência, os delinqüentes, os fanáticos e os criminosos.
- "Eu não estou ok, os outros também não". Essa pessoa não sente nenhum interesse pela vida. É abúlica e depressiva. É uma posição assumida por aqueles que não receberam suficiente calor e atenção nos primeiros anos e escolhem os amigos, o cônjuge, esperando que este(s) seja(m) propenso(s) a desempenhar o papel complementar.


NÃO SOMOS LIVRES como acreditamos ser. Quando se entende isso, fica evidente que a maior parte dos nossos atos e pensamentos não é tão livre de condicionamentos como gostamos de acreditar. Nossa certeza de sermos livres, de fazermos tudo aquilo que queremos, e quando queremos, é quase sempre uma ilusão. Quase todos, na verdade, carregamos dentro condicionamentos mais ou menos ocultos que, com freqüência, tornam difícil a manifestação de uma honestidade genuína, uma criatividade livre, uma intimidade simples e pura.
Posição existencial é, portanto, um papel que o indivíduo tenderá a representar ao longo da sua vida. É preciso sublinhar o fato de que todas as posições existenciais necessitam de pelo menos duas pessoas, cujos papéis combinem entre si. O algoz, por exemplo, não pode continuar a sê-lo sem ao menos uma vítima. A vítima procurará seu salvador e, este último, uma vítima para salvar.
O condicionamento para o desempenho de um dos papéis é bastante sorrateiro e trabalha de forma invisível. Esta é uma das causas principais da falência de algumas amizades ou casamentos, quando as pessoas interessadas não se ligaram a partir de uma simpatia genuína, mas sim com o objetivo de encontrar na outra pessoa um sujeito adequado para desempenhar algum papel complementar.
Se pararmos alguns instantes para considerar os casais que conhecemos, não será difícil encontrar entre eles a "menina" que casou com o "pai" (relação vítima-salvador) ou a mulher que se queixa continuamente do marido, mas nem sequer admite a idéia do divórcio (relação vítima- algoz).
Observemos, então, como vivemos e como a nossa presença influencia a vida daqueles que nos cercam. Somos sadios? Serenos? As pessoas ao nosso redor apreciam a nossa presença? Nosso cônjuge nos admira? Ele fala bem de nós? Nossos filhos nos consideram como amigos? Quantos amigos temos? Em quantas portas podemos bater no caso de uma situação grave?
SE NÃO FORMOS serenos e não tivermos amigos, tentemos considerar que, provavelmente, a nossa posição existencial e o papel que desempenhamos não são os melhores possíveis. Com efeito, se o fossem, teríamos serenidade, melhor saúde.

Fonte: Equipe Planeta



MEDO DE QUÊ?

Você se preocupa demais? Fazer vista grossa ou sofrer por antecipação são dois extremos perigosos

Você é uma pessoa rodeada de problemas? Mas hoje em dia quem não é? Ter preocupações faz parte da vida e nos ajuda a criar responsabilidades. Derivada da ansiedade, até certo ponto ela é benéfica. "A preocupação é uma reação normal do ser humano e é boa porque deixa o corpo em alerta fazendo com que ele se adapte às mais variadas situações do ambiente", explica a terapeuta cognitivo-comportamental Denise Pará Diniz, do setor de gerenciamento de qualidade de vida da Unifesp.



Porém, algumas pessoas extrapolam aos estímulos normais e acabam deixando a ansiedade influenciar as decisões que elas tomam na vida. "Essas pessoas tendem a encarar como um fardo tudo o que fazem. Elas vivem em um estado de inquietação permanente que pode ser patológico e fazer mal não só a própria pessoa, mas também a todos aqueles que convivem com ela", explica a especialista. Por outro lado, assumir a postura do cuca-fresca também é negativo. Quem é totalmente despreocupado, uma hora acaba engolido pelo problema que costuma virar uma bola de neve. Mas e você? Faça o teste e descubra se o seu grau de preocupação é considerado normal ou se ele anda ultrapassando os limites.

->  TESTE

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Os cinco passos do caminho espiritual

De repente, o coração pede uma maior profundidade. Surge o desejo de procurar um outro sentido para a vida e uma conexão com algo maior. Seguindo esse forte impulso, nos tornamos buscadores espirituais. Ao trilharmos esses novos caminhos, surgirão riscos e perigos, mas também infinitos presentes e alegrias. Saiba agora quais são eles. Texto • Liane Alves


No começo, pode ser algo difuso, um sentimento de que alguma coisa não vai bem. A vida pode estar até muito boa, mas parece sem sentido. Ou, infelizmente, ela pode estar muito ruim. Nesses momentos angustiantes, em que podemos nos confrontar com repetidas crises, nos sentimos em um beco sem saída. O coração clama por mais alívio, felicidade, paz, alegria, não mais com base no que nos oferece o mundo material, mas a partir de algo mais interno e profundo. Assim, inicia-se uma jornada que pode levar anos até a chegada a um porto seguro, que pode estar, inclusive, na religião abandonada em algum momento da vida, agora vista sob outra perspectiva. Essa viagem interna tem alguns estágios. Vamos traçá-los em etapas, com os alertas necessários e as grandes alegrias que podemos encontrar nesse caminho.




{ 1 } A inquietação

Ela pode surgir ainda na juventude, quando um verdadeiro leque de caminhos espirituais se apresenta à nossa frente. Ou, então, bem mais tarde, quando surgem com mais insistência as perguntas existenciais: qual o sentido da vida? quem sou eu? para onde vou depois de morrer? As crises, inerentes a qualquer idade, também podem nos puxar para essa reflexão, que nos impulsiona a encontrar uma via capaz de atender às necessidades do espírito.


O monge beneditino inglês Dom Laurence Freeman, presidente da Comunidade Mundial de Meditação Cristã, por exemplo, acredita que a procura inicial de respostas em várias religiões pelos jovens é uma tendência natural. “Eu mesmo, criado numa família católica, fui me afastando da religião dos meus pais na faculdade. Torneime um leitor voraz de livros sobre ioga, meditação e religiões orientais. Essa sede juvenil de conhecimento pode se prolongar até bem mais tarde e por muitos anos”, avalia Dom Laurence. Mas, no seu caso, foi ao se aprofundar em sua própria tradição de origem que ele redescobriu sua fé, por volta dos 28 anos. “Quando nos detemos no sentido mais profundo do que nos foi ensinado, começamos a enxergar coisas que não víamos antes. É como olhar para uma torrada de pão integral durante muito tempo: aos poucos, vamos percebendo as sementes que podem estar dentro da massa, seus relevos e sulcos, suas cores. De repente, nos vemos diante de algo que nunca havíamos percebido, uma revelação.”


O monge budista vietnamita Thich Nhat Hanh também incentiva os jovens a buscarem sua própria tradição. Quando recebe estrangeiros no seu centro budista, no sul da França, os estimula a retornar para sua religião de origem depois de conhecerem valores universais de outras linhas espirituais e incorporá-los à sua tradição. “Não vejo nenhum motivo para passar a vida inteira provando uma só espécie de fruta”, diz ele com bom humor no livro Vivendo Buda, Vivendo Cristo (ed. Rocco).


Outro momento em que a inquietação torna-se muito presente ocorre na meia-idade, quando pode iniciar-se uma busca de um sentido mais profundo para a vida. “Até os 35, 40 anos, a existência é totalmente voltada para fora: trabalhar, procriar, produzir. Na segunda metade da vida, começa a jornada para o mundo interno, e para a busca de uma espiritualidade mais intensa”, escreveram as autoras inglesas Anne Brennan e Janice Brewi no livro Arquétipos Jungianos – A Espiritualidade na Meia-idade (ed. Madras). É outra fase de grande inquietação, que vai apressar e favorecer a fase seguinte.



{2} O chamado



De repente, em meio a esse incômodo interno, recebemos um chamado: algum ensinamento espiritual nos toca. Nesse momento, ele responde a todas as nossas perguntas. Podemos continuar a vida inteira em contato com ele, mas o mais provável é que esse caminho deixe de ser satisfatório. Foi o que aconteceu com a tradutora paulista Virginia Murano. “No meu caminho espiritual inicial, provei um amor imediato. E amar de repente, e com tal intensidade, vinha colado a uma entrega inexorável.” Por um momento, a escolha se revelou acertada, mas, em alguns anos, tornou-se decepção. “Rompi com a religião por uns 30 anos. Não conseguia compreender que a espiritualidade não precisasse estar atrelada necessariamente a uma linha religiosa tradicional.” Tempos mais tarde, em um momento de crise, ela acabou lendo um livro em francês que modificou sua vida. “Lia e relia sempre. Comecei a traduzi-lo para mim, depois para outras pessoas.” Diálogos com o Anjo (Editora de Cultura) marcou Virginia com outro tipo de amor, dessa vez mais profundo. Suas páginas falavam sobre o relato de uma mulher que havia vivenciado uma experiência espiritual extraordinária na Hungria, durante a Segunda Guerra e sob o nazismo. Gitta Mallasz, a sobrevivente, e três amigos judeus começaram a se perguntar sobre sua própria responsabilidade diante do horror que viviam. “Do seu questionamento, começaram a surgir respostas carregadas de uma verdade incontestável. Por 17 meses, esse pequeno grupo de amigos acessou a melhor parte de si para falar de um novo tempo que estava para vir”, conta Virginia. Os jovens deram a esse aspecto interno o nome de anjo, ou mestre interior. Segundo afirmavam, a parte matéria do ser humano fazia as perguntas e a parte iluminada do mesmo ser, feita de luz, dava as respostas. Uma capacidade que seria inerente a qualquer ser humano, com o treino necessário. Virginia conseguiu editar o livro no Brasil e contatar o casal de franceses que conviveu com Gitta Mallasz durante seus últimos dez anos de vida. Hoje, ela os representa e continua esse trabalho aqui. “É um acesso à possibilidade de evolução do ser humano. Uma grande aventura interna em direção a uma estrada inesperada que conduz para o que é novo.” A inquietação acalmou-se e ela, finalmente, encontrou seu caminho.


“A busca pode vir acompanhada de ansiedade e devoção cega, pois algumas pessoas se entregam muito rapidamente, e de forma emocional, a certas práticas sem avaliar de maneira objetiva os benefícios que podem experimentar e os riscos que podem correr”, Virginia Murano, tradutora






{3} Os primeiros passos


Antes de se entregar totalmente a uma linha espiritual, é necessário um tempo para averiguar a escolha. Sister Mohini Panjabi, diretora responsável pela América do Sul na Organização Brahma Kumaris, dá conselhos essenciais sobre os cuidados nessa entrega. “A busca pode vir acompanhada de ansiedade e devoção cega, pois algumas pessoas se entregam muito rapidamente, e de forma emocional, a certas práticas sem avaliar de maneira objetiva os benefícios que podem experimentar e os riscos que podem correr”, afirma. “Elas pulam de cabeça em grupos, seitas ou igrejas que encontram, atraídas por promessas de cura, riqueza, felicidade fácil.” E isso é um perigo. Para avaliar melhor a escolha, Sister Mohini nos aconselha, em primeiro lugar, a manter um coração limpo e claro, para que nossa visão torne-se perspicaz. É necessário averiguar, depois, se nesse caminho há um corpo de conhecimentos profundos e acessíveis que possam responder às nossas necessidades internas (condição que nos protege do culto à individualidade de um falso mestre). A via escolhida, segundo Sister Mohini, também deve apresentar uma forma de meditação, oração ou conexão com o divino que possa nos fortalecer internamente e realizar uma transformação interior. Depois, de uma maneira bem prática, é preciso verificar onde o dinheiro é empregado e qual o comportamento moral e ético dos seus líderes. “É igualmente bom saber se essa linha espiritual estimula uma interação compassiva com o mundo ou se mantém uma ação social de serviço”, diz a iogue indiana. São luzes de grande valia para um iniciante considerar.






{4} Os riscos


Praticante com mais de 40 anos de busca espiritual, o gerente administrativo paulista Jairo Graciano dá outras indicações valiosas: “É preciso pesquisar na internet toda informação a respeito do grupo escolhido, ler seus livros e folhetos com distanciamento. Nosso lado racional e crítico pode ajudar nessa hora”. Uma de suas experiências ruins ocorreu com um mestre, muito cordial e extrovertido, que se dizia seguidor de um grande líder espiritual indiano (este sim, verdadeiro). “É uma tática – eles usam o nome de um mestre conhecido e se dizem seus seguidores. Nesse caso, fui descobrir depois que um texto assinado por esse falso mestre era, na verdade, plágio de um outro.” Ele aconselha, portanto, que o aluno procure se aproximar de quem orienta um grupo – para observá-lo mais atentamente. “É olho no olho: se alguém se diz mestre, olhe bem para ele, abstraia sua aparência e tente enxergar seu interior e suas intenções”, diz ele. Jairo aconselha também a sentir a intuição – se ela avisa que há algo errado, é bom acender o sinal amarelo. “Desconfie se o que é dito é justamente o que você quer ouvir quando está infeliz: promessas cheias de otimismo sem fundamento, curas miraculosas, aspirações abrangentes e vagas, do tipo paz universal, prosperidade sem limites ou amor transcendental. Também não se deixe levar por templos lindos ou ambientes aconchegantes. Tudo isso é secundário. Ainda preste atenção se os praticantes mais antigos parecem estar hipnotizados, mesmerizados pelo mestre e pelo que ele propõe. É sinal de que perderam sua consciência.” A busca requer paciência e o porto seguro pode levar muito tempo para chegar – no caso dele, hoje com 67 anos, isso aconteceu só há pouco. “Cheguei ao Dzogchen, o Caminho da Grande Perfeição, uma linha do budismo tibetano que existe há seis anos apenas. Conheci o mestre Namkhay Norbu pelas mãos de alguém muito querido e, finalmente, me encontrei”, afirma, convicto.
“Se uma pessoa quiser ser mais feliz, ou ter paz de espírito, ela pode trilhar um caminho espiritual por um tempo e ver se ele atende a seus objetivos. Tudo depende das metas de cada um”, Lama Samten






{5} A entrega sábia


Lama Samten é reconhecido nos meios budistas como um líder íntegro e compassivo. Gaúcho, foi professor de física na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e hoje mantém centros de meditação em vários pontos do país. Sua visão dos caminhos espirituais é sábia – e desconcertante. “Um praticante deve olhar para uma via espiritual apenas como um percurso para chegar a um destino. Por isso, é preciso que ele tenha bem claro em sua mente o que está buscando”, diz. Em outras palavras, se é alívio financeiro, talvez seja melhor se empenhar mais no trabalho ou trocar de atividade profissional se não estiver satisfeito com seus rendimentos. Se o caso for uma desilusão amorosa, uma terapia pode ser mais indicada. “Mas, se uma pessoa quiser ser mais feliz, ou ter paz de espírito, por exemplo, ela pode trilhar um caminho espiritual por um tempo e ver se ele atende a seus objetivos. Tudo depende das metas de cada um.” E adverte: “Todo caminho e grupo tem problemas. É necessário não mitificá-lo. Ele é apenas um instrumento, uma ferramenta para se atingir algo. As dificuldades com o grupo, ou com o próprio mestre, as pequenas decepções sempre vão existir. O fundamental é avaliar se o caminho está cumprindo as metas espirituais que você estabeleceu”. A entrega, nesse caso, será sábia e saudável. Não será mais pela paixão, mas pela consciência e pelo reconhecimento profundo. Dessa maneira, a escolha terá muito mais chances de dar certo.

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Cão incentiva crianças com dificuldade em escolas britânicas


ter , 3/8/2010 Luciana FlorenceCuriosidades Tags: Assistência de Cães na Leitura Educacional
.Para deixar algumas crianças mais à vontade no ambiente escolar, algumas escolas britânicas contam com a ajuda de Batman, um cãozinho muito especial. Segundo o site do jornal Metro, o cão, da raça greyhound de cinco anos é responsável por auxiliar os alunos a se sentirem mais confiantes e, assim, aprenderem a ler melhor. A instituição READ – Reading Education Assistance Dogs (Assistência de Cães na Leitura Educacional) é um grande sucesso na América, onde já existem 1.400 cães visitando escolas. Na Inglaterra, a função de Batman é inédita e revela como é possível a utilização de animais para atividades antes inimagináveis. De acordo com a publicação, o animal é o único cachorro britânico registrado na READ. E seu trabalho consiste em ouvir atentamente a leitura dos pequenos e acompanhá-los enquanto leem, colocando a patinha em cima do livro aberto.


O greyhound Batman ajuda na leitora de crianças inglesas


O cachorro já contribuiu com o aperfeiçoamento da leitura de dezenas de crianças da escola infantil Arden Forest, como explica a professora da instituição Debra Gage. “Nós já tivemos crianças que eram bastante introvertidas e que conseguiram sair de suas conchas quando conheceram o Batman.”


Debra diz ainda que o cachorro é gentil com os alunos e os ajudam a interagir com as outras crianças. “Quando elas chegam na escola podem achar o ambiente bastante assustador e não costumam falar com os adultos. Já com o Batman elas desenvolvem uma boa ligação, principalmente porque não se sentem nervosas na companhia dele”.


A tutora de Batman, Kelly Bakewell, contou à publicação que o comprou quando ele já tinha quase dois anos, e desde então percebeu que tratava-se de um cachorro especial. “Quando eu o adquiri, ele foi direto na direção de uma criança com deficiência física e colocou sua cabeça delicadamente no colo dela.”

Maioria já deu, levou e é contra proibir palmadas Jul/2010


A maioria dos brasileiros já apanhou dos pais, já bateu nos filhos e é contra o projeto de lei do governo federal que proíbe palmadas, beliscões e castigos físicos em crianças, conforme pesquisa feita pelo Datafolha, publicada nesta segunda-feira (26) pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).


Lula defende projeto contra palmadas e diz que "beliscão dói pra cacete"


Projeto deve proibir que pais usem "palmadas" para castigar filhos


Você concorda com a proibição de palmadas em crianças?

Enviada ao Congresso no começo deste mês, a proposta "estabelece o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante".

Disseram ser contra o projeto de lei do presidente Lula 54% dos 10.905 entrevistados, enquanto 36% revelaram concordar com a mudança. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.


Segundo o levantamento, meninos costumam apanhar mais, e as mães (69%) batem mais do que os pais (44%). No total, 72% disseram ter sofrido castigo físico -- 16% afirmaram que isso acontecia sempre.

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